Sem sentido transformo
a borda que brota nos
jardins do delírio e a ilusão
impulsiona os motores da imaginação.

Sem furos, os muros
se erguem e caem em
trajetos ilusórios determinando
o início e o fim de séculos
que vão e voltam com
o vapor dos tempos. Nobres.

A raça se destrói em
atos concêntricos idênticos
ao que somos por dentro. Filhotes. De lobo!
Loucos de dentro pra fora
pra dentro por fora. Superficial. Mente.

As placas se chocam.
O pântano se esvai.
O fermento da vida
borbulha no mantra
das previsões cáspias.

Sem nexo.

Apenas nós e o resto
da prata que adormece
sobre a mesa.